
O mundo visto e revisto através do leitor, criando sonhos e realidades. Venha participar deste mundo, lendo meus artigos. Seja bem vindo!
quinta-feira, 10 de junho de 2010

sexta-feira, 28 de maio de 2010
BUSCA
ABSTINÊNCIA

terça-feira, 18 de maio de 2010
POEMAS QUE ESCREVI

Filhos da Miséria
Em um canto da rua
Vivendo em meio ao lixo
Na realidade nua e crua
O homem se transforma em bicho
Filho da miséria nasceu
Numero X do programa social
Pai e mãe não conheceu
Filho da fulana de tal
Fica pensando em quem ele seria...
Um doutor , um escritor?
Alcool,drogas,prostituação
Foi sua única educação
Solidão
A dor da solidão
Que à tantos entristece
Me traz a inspiração
E o meu coração aquece
Solidão das noites escuras,
dos dias sombrios de inverno.
Onde no céu não há lua
E tudo se faz um inferno!!!
Mas solidão não é só tristeza
Traz também aprendizado
Coloca as cartas na mesa
E faz repensar o passado;
Buscar na dor a esperança
Tentar acertar o errado
Fazer da tempestade a bonança
O bem de a quem foi maltratado.
" As feridas que trouxemos na alma, muitas vezes o coração transforma e as dores acalma. "
ONDE ESTÁ O AMOR AO PRÓXIMO?

A falta de amor e o egoísmo que assalta a vida do ser humano, está transformando as pessoas em seres irreconhecíveis, que não parecem em nada com a obra prima criada por Deus.
Não quero me prender em falar sobre causas sociais, governos, política ou qualquer destes temas tão discutidos diariamente na mídia, mesmo sabendo que há o problema e não posso fugir dele ou negá-lo. Mas minha intenção nesta crônica é falar de amor, de um amor especial que nos torna melhores que é o amor ao nosso próximo, sei que diante de tanta criminalidade pessoas se fecham em seus mundos e tem medo da aproximação com outros.
Sou uma otimista e creio que todos podemos dar um pouco de amor a quem não tem, quando mãe, carregamos nossos filhos no ventre, ninamos, embalamos e planejamos um futuro que desejamos ser sempre o melhor.
Pais responsáveis além do amor, sentem a obrigação de assegurar uma vida com oportunidades e garantias vindouras e que nem sempre são reconhecidas pelos mesmos. E diante destes fatos e tendo eu filhos, posso escrever aqui com conhecimento de causa, que há um amor que não tem preço, não tem fim e no qual eu jamais tinha experimentado tamanha satisfação.
São os filhos do coração, aqueles que não foram gerados em meu útero, mas que vingaram com uma força muito forte também vinda do interior do meu ser. São aqueles que posso ensinar os primeiros passos, passos que os levam a sonhar, desejarem ser alguém, não é preciso ir muito longe para acariciá-los. Mostre que ele lhe é importante e que deseja tê-lo perto.
Ás vezes ele está ali na sua porta e esperando mais que um pão, um pouco de sua atenção, não perca a oportunidade de conversar, fale do perigo das drogas, da pedofilia, do abuso feito por adultos. Busque fazer do adolescente um amigo, mostre a ele o prazer de estudar, de ter uma profissão. Junte a isto carinho, dedicação, não tenha medo de se doar, e quando ele te olhar com aqueles olhos brilhando de alegria o seu coração transbordará e assim virão outros filhos e outros
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Lembranças

quarta-feira, 21 de abril de 2010
Amor
O que dizer do amor?Ah! este sentimento que nos toca o coração, faz á alma gemer e arranca suspiros.O que dizer do amor que corrói, destroi, chega querer morrer.
Mas o que dizer do amor que trai, engana, reclama e a vida desengana.O que dizer do amor se ele chega sem esperar, arranca vísceras sem machucar, pede; implora para entrar e mesmo sem permissão abre a porta do teu coração.
Ah! este sentimento que transforma o pensamento, que viaja e atravessa o mundo sem sair do lugar, um sorriso nos encanta, um olhar fala mais que palavras é a cumplicidade nesse instante. E o corpo fica leve, é um amontoado de emoções e queremos ser frágeis para sermos mimados e fortes para lutar contra todos para defender nosso amor.
O que dizer do amor tão contado em versos e prosas, que já foi palco de tantas tragédias; que aparece em contos de fadas ou escrito em folhetins, que aquece a nossa cama e ao corpo inflama e a cabeça entontece.
O que dizer do amor que inventa e sustenta tantas teorias e que na pratica muitas vezes nem lembramos delas, é o doce sabor do beijo é o calor do desejo que já não pede mais exige, que o corpo seja teu. E embalados neste sentimento agora já tão dominador mais que um corpo reclama é a presença do amor.
O que dizer do amor que quer tornar-se propriedade, do outro já não quer metade e de ciúme faz cena e na arte da vida aprendeu a duras pena, que amar é felicidade, que o outro é um ser individual e que amor é construído a base da verdade.
Viver o amor em sua plenitude é que todos procuramos,buscar o ser perfeito, o príncipe encantado, viver feliz para sempre, dizer o¨SIM¨ o enfim sós; mas quem sabe esquecer tudo isso e tentar viver o que o amor te trouxer com respeito, paixão, encantamento, saber doar, tocar e dar ao amor tudo que o amor te der.
"ERA UMA VEZ UMA MULHER QUE VIA UM FUTURO GRANDIOSO PARA CADA HOMEM QUE A TOCAVA. UM DIA ELA SE TOCOU.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
O TEMPO

Estou falando sobre o tempo pois dele ninguém consegue fugir,ele é implacavel e chega para todos.E cada dia que passa as pessoas respeitam menos seu idoso,embora eu deva lembrar que idade nem sempre é sinonimo de carater e que há sem generalisar muitos idosos que passaram á vida sem aprender nada para passar á outros.
Mas como sou otimista e acho que se colhermos todo dia um pouquinho de todas as experencias que a vida nos tráz,sendo elas boas ou más e assim trazer para o futuro tudo que aprendermos com certeza seremos melhor.
Como é bom quando vejo casais velhinhos de mãos dadas pelas ruas,ou dançando nos bailes,participando de concursos,carnavais,indo a faculdade, fazendo a noite ensino fudamental e a internet então só dá eles, isto só vem a provar que velhice está é na mente e que mesmo muitos idosos com deficiencia fisica ou problemas enormes de súde trazem em seus rosto um sorriso e muitas vezes ainda tem animo para ajudar filhos,netos e o outros.
O meu respeito é por estes idosos que mesmo tendo vivido muitas dificuldades ao longo da vida dão a nós lições imensas de amor, luta, alegria, bondade, resignação o que só me leva á crer que sempre foram pessoas de carater e que a estás Deus abençoa e protege.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Vida

segunda-feira, 23 de novembro de 2009
História de Vida
Sou
uma pessoa de maneiras simples, com forma simples no falar e no escrever. Mas aprendi
a duras penas que ser humilde não é sinônimo de fraqueza ou desanimo. E mesmo
não entendendo nada de computador resolvi escrever para que com meu relato
possa colaborar com alguém. Foram mais ou menos vinte e oito anos atrás que me
casei. Filha de pais severos, sem muitas condições de crescer
profissionalmente, pois não me era permitido nem estudar, sai de casa
contrariando á vontade deles. E foi o começo de um pesadelo que duraram 15
anos, embora aqui não possa ser relatado em por menores todo o meu sofrimento,
mas posso dizer que em minha época não havia amparo da lei da Maria da Penha,
que protege e defende a mulher e os seus direitos. Sem ajuda de família, sem
ter apoio de ninguém, pensava em ter uma solução tentando salvar meu casamento,
achava que mudaria meu marido, mas estava errada. Veio então meu primeiro
filho, cinco anos depois o segundo e tudo só se agravava, entre tantas coisas
que passei a maior era a humilhação, o constrangimento diante de uma sociedade
que só cobrava e nada fazia. Apanhei muito, fui queimada de cigarro, estuprada.
Passei frias noites em claro em que achava que valia a pena lutar por meus
filhos, pensava que se o deixassem meus filhos passariam fome, que engano o
meu, a maior miséria eles já viviam que era a falta de respeito, amor e paz.
Demorei muito para abrir os olhos e enxergar que a realidade lá fora não seria
tão dura quanto a que eu vivia com aquele homem, trancada a chave com medo até
de dormir. A doença já se instalava e junto com as dores do corpo vinham ás da
alma essas quase sempre ás piores. Chorava constantemente, minha saúde era
pouco e cheguei a ter trinta e oito quilos, desejei morrer, pensei muitos dias
não resistir a tanto sofrimento. Um dia ele tentou matar meu filho e então
acordei para á vida peguei meus filhos e fugi, procurei a policia e o denunciei,
fiquei escondida em casa de um parente, foi muito difícil no inicio sem
trabalho, meu filho menor com apenas dois anos e quase sem nenhuma ajuda. Mas Deus
em sua misericórdia nunca dá a carga maior que possamos carregar, eu consegui
uma casinha emprestada, fiz faxinas e depois consegui na justiça o direito dos
meus filhos e fui à luta. Hoje passados quase 16 anos de minha separação, meus
filhos casados, outros já criados, vi que nunca devemos desanimar e que embora
a luta possa ser árdua tenha a certeza que poderemos sempre vencer. Jussara
Rocha Souza
